de repente, não só somente vi uma luz, como tudo clareou a minha mente

em tão plene situação,
vivendo confuso, sem orientação,
não dormindo no turno nortuno,
entrando na desilusão.

o colchão frio da verdade,
aparece por detrás da vaidade,
de acreditar que tudo dá certo,
que o amor é a única coisa que há de mais belo.

despercebido, ele congela-te,
e quando sentistes frio,
já é tarde,
os dedos enrugados pela calmaria,
tanto tempo ali,
perdendo a quitina, que te protegia.

verme, infeliz, solene,
não condiz com o que vc fez...
olha o que você fez,
percebe o que tu fizeste?
vê a merda que se pusera?

na vida, corruptiva,
está sempre ativa para te fuder.
na escória de sua miséria,
vitória aos seres demoníacos.

o filho da puta do destino,
que tu questionou em um dado momento,
até acreditou que seria capaz de tão blasfêmia,
de que desafiá-lo não será problema.

fodeu-se, infeliz,
só pensou na ponta de teu nariz...

então vê, inocente idiota,
se dá próxima de começar uma prosa,
você não seja mais sagaz.

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