Arrependido.
De ter defendido
De ter protegido
De ter se envolvido
De dizer ser merecido.
Arrependido,
De ter gastado o tempo,
Exercido a paciência,
Ter dito coisas de consciência limpa.
Acredito numa imagem,
Denegrida de acordo com o tempo.
O tempo.
Arrependido.
De ter usufruído de meu precioso tempo,
De ter o meu tempo perdido
De usar meu vão tempo
Pra proteger o cegueira de meu coração.
Arrependido
de não ter aberto seus olhos muito antes.
Laço
Me vi só,
Dei um nó,
Na esquina ali
vi você aos beijos
Não teve dó,
Veio a mim,
Vanglorizar...
O laço, o nó,
Um trapo só,
Eu vou voltar...
Não acabou,
Eu sou quem eu não sou
por estar a rir,
Por estar aqui,
Por viver assim,
Por eu achar,
que já devia ter um fim.
Dei um nó,
Na esquina ali
vi você aos beijos
Não teve dó,
Veio a mim,
Vanglorizar...
O laço, o nó,
Um trapo só,
Eu vou voltar...
Não acabou,
Eu sou quem eu não sou
por estar a rir,
Por estar aqui,
Por viver assim,
Por eu achar,
que já devia ter um fim.
Contigo
Não faz assim,
Não se sinta só,
Estou aqui
Pra lhe guiar
Eu venho a ti
É só mandar
Não olha triste
Pro meu olhar
Te beijo a testa
Um abraço, um afeto,
Um amigo a te agradar
Ô meu bem,
É só pedir,
Estou aqui
Estou aqui
Estou contigo
a te servir.
Estou contigo
a te ajudar.
Não se sinta só,
Estou aqui
Pra lhe guiar
Eu venho a ti
É só mandar
Não olha triste
Pro meu olhar
Te beijo a testa
Um abraço, um afeto,
Um amigo a te agradar
Ô meu bem,
É só pedir,
Estou aqui
Estou aqui
Estou contigo
a te servir.
Estou contigo
a te ajudar.
Inquieto
O descrédito, que impune, assume, sem pedir direito, em mim.
Tranquilo, inerte, aceito sem rebeldias.
A inquietude do quarto, por segundos se transforma.
Os caminhos por qual eu vi e vivi, não existe mais.
Some.
Um vermelho e verde, não sei bem que cor era.
Tudo escurece com uma luz, não entendi muito o que vi.
A chama se acende com a água que aparece não sei de onde.
Tudo desaparece para que eles não sumam de minha vista.
Escondido de nada, me acharam por optarem não procurar.
Descrédito, que me deu bônus para ter crença no que não quero.
Tranquilo, inerte, aceito sem rebeldias.
A inquietude do quarto, por segundos se transforma.
Os caminhos por qual eu vi e vivi, não existe mais.
Some.
Um vermelho e verde, não sei bem que cor era.
Tudo escurece com uma luz, não entendi muito o que vi.
A chama se acende com a água que aparece não sei de onde.
Tudo desaparece para que eles não sumam de minha vista.
Escondido de nada, me acharam por optarem não procurar.
Descrédito, que me deu bônus para ter crença no que não quero.
v-i-i-i-i-d-a.
E a vida continua.
Ou seja, pessoas te fodem,
Pessoas te traem, pessoas te machucam.
Quais vidas não serão assim, não é vida.
É monotonia.
O mundo divergido,
Aquele mundo sem glórias,
Não vitórias, só há derrotas,
Não se conquista, nem se ganha.
Não há felicidade, há ilusão.
Não caridade, nem generosidade,
Há interesses.
Pois a vida é um fluxo de interesses.
Tudo é um fluxo de interesses.
Até a natureza tem os seus interesses.
Você irá contra a natureza?
Será punido, como ela pune todos.
É... eu estou sendo punido.
Ou seja, pessoas te fodem,
Pessoas te traem, pessoas te machucam.
Quais vidas não serão assim, não é vida.
É monotonia.
O mundo divergido,
Aquele mundo sem glórias,
Não vitórias, só há derrotas,
Não se conquista, nem se ganha.
Não há felicidade, há ilusão.
Não caridade, nem generosidade,
Há interesses.
Pois a vida é um fluxo de interesses.
Tudo é um fluxo de interesses.
Até a natureza tem os seus interesses.
Você irá contra a natureza?
Será punido, como ela pune todos.
É... eu estou sendo punido.
Estado REM
O assobio do vento atravessando as cortinas.
Neste momento intensamente tenso,
Apareço.
O vento,
Este vento, o que assobiou pelas cortinas,
Espalha meu cabelo.
O pensamento, entra em minha cabeça,
Como o vento que atravessa o quarto.
O pensamento,
Este que me fez pensar,
Refletir e visualizar,
Me moveu até o espelho.
Triste movimento,
Pois vejo a palidez de minha pele,
Infeliz tentativa,
De ressurgir das cinzas de minha índole.
Minha índole acabada.
Preceito para mim,
Momentos menos tenebrosos,
Pois vivi momentos tenebrosos,
Já que desafiei Ele:
Eu quis amar.
Ao me olhar naquele espelho,
Percebo que ali sou eu!
Sou eu, sim, ali!
Tão diferente do meu nome.
Tão diferente do meu ser.
Tu me tornou diferente.
E em devidos segundos,
Apareço:
Por detrás de mim,
Olhando pela porta e sendo visto pelo espelho.
Tenho que voltar para cama,
Antes que eu acorde,
E perceba que estava dormindo
Na doce ilusão
De que você não vive na solidão.
Neste momento intensamente tenso,
Apareço.
O vento,
Este vento, o que assobiou pelas cortinas,
Espalha meu cabelo.
O pensamento, entra em minha cabeça,
Como o vento que atravessa o quarto.
O pensamento,
Este que me fez pensar,
Refletir e visualizar,
Me moveu até o espelho.
Triste movimento,
Pois vejo a palidez de minha pele,
Infeliz tentativa,
De ressurgir das cinzas de minha índole.
Minha índole acabada.
Preceito para mim,
Momentos menos tenebrosos,
Pois vivi momentos tenebrosos,
Já que desafiei Ele:
Eu quis amar.
Ao me olhar naquele espelho,
Percebo que ali sou eu!
Sou eu, sim, ali!
Tão diferente do meu nome.
Tão diferente do meu ser.
Tu me tornou diferente.
E em devidos segundos,
Apareço:
Por detrás de mim,
Olhando pela porta e sendo visto pelo espelho.
Tenho que voltar para cama,
Antes que eu acorde,
E perceba que estava dormindo
Na doce ilusão
De que você não vive na solidão.
Será que um dia eu aprendo?
Não tenho a menor pretensão de escrever um poema agora.Parece que a cada dia, eu percebo mais um dos meus defeitos e eles me fazem refletir sobre como eu enxergo as coisas de um modo estranho.
Talvez eu viva numa síndrome de Peter Pan onde o ser criança predomina e me faz imaginar e imaginar e imaginar.
Sabe quando aquela palavra doce, te inspira, te conforta e te faz sorrir . Eu sinto isso e não foi uma única vez .
O problema é perceber que nada disso passa de minha própria imaginação, que se encarrega de criar ilusões que chegam a me sufocar.
Será que eu sou tão cego ao ponto de enxergar que nada é o que parece e mesmo assim insistir em continuar com algo que já sei o fim e que não é bom?
Porque mergulhar de cabeça nessa ilusão? Porque eu não consigo dar um basta? Será isso carência?
O medo de enxergar a realidade dói e dói muito. Antes eu achei que fosse culpa dessa fase de autoconhecimento, mas aos poucos percebo que vai muito além do que posso compreender.
Como se explica esse apego a quem eu sequer tive algo? Como se explica criar sentimentos que só crescem a partir disso tudo.
Nunca houve uma briga, nunca houve um beijo, nunca ouvi aquela troca de olhares. Nada passou de um sonho, um pensamento, uma falha da minha imaginação que parece trabalhar ativamente no meu corpo.
Eu quero me envolver, mas não quero sofrer . E sinto que só eu estou na vibe dessa relação ou o que quer que seja.
Às vezes acho que nada passa de uma ilusão, que não por alguém que estou confuso e sim me apaixono pelo fato de criar uma relação duradoura. Meu inconsciente quer tanto isso que me apego a quem me diz apenas palavras doces.
Também não posso dizer que estou louco e tudo é uma ilusão porque as palavras foram ditas, corrigidas e ditas novamente , cabe a mim interpretar se um sim é um não ou se um não é um talvez.
Mas acho que faltei algumas aulas de interpretação ou talvez na minha escola nunca tenha tido aula de educação sentimental.
Talvez eu viva numa síndrome de Peter Pan onde o ser criança predomina e me faz imaginar e imaginar e imaginar.
Sabe quando aquela palavra doce, te inspira, te conforta e te faz sorrir . Eu sinto isso e não foi uma única vez .
O problema é perceber que nada disso passa de minha própria imaginação, que se encarrega de criar ilusões que chegam a me sufocar.
Será que eu sou tão cego ao ponto de enxergar que nada é o que parece e mesmo assim insistir em continuar com algo que já sei o fim e que não é bom?
Porque mergulhar de cabeça nessa ilusão? Porque eu não consigo dar um basta? Será isso carência?
O medo de enxergar a realidade dói e dói muito. Antes eu achei que fosse culpa dessa fase de autoconhecimento, mas aos poucos percebo que vai muito além do que posso compreender.
Como se explica esse apego a quem eu sequer tive algo? Como se explica criar sentimentos que só crescem a partir disso tudo.
Nunca houve uma briga, nunca houve um beijo, nunca ouvi aquela troca de olhares. Nada passou de um sonho, um pensamento, uma falha da minha imaginação que parece trabalhar ativamente no meu corpo.
Eu quero me envolver, mas não quero sofrer . E sinto que só eu estou na vibe dessa relação ou o que quer que seja.
Às vezes acho que nada passa de uma ilusão, que não por alguém que estou confuso e sim me apaixono pelo fato de criar uma relação duradoura. Meu inconsciente quer tanto isso que me apego a quem me diz apenas palavras doces.
Também não posso dizer que estou louco e tudo é uma ilusão porque as palavras foram ditas, corrigidas e ditas novamente , cabe a mim interpretar se um sim é um não ou se um não é um talvez.
Mas acho que faltei algumas aulas de interpretação ou talvez na minha escola nunca tenha tido aula de educação sentimental.
Do que é feito um gênio?
Do que é feito um gênio? Para respondermos essa pergunta devemos saber o que é um gênio, qual o seu conceito? Segundo o dicionário, gênio é o espírito de tutelar das artes e das ciências. O mais alto grau de capacidade intelectual que pode alcançar a mente humana. Indivíduo muito inteligente; crânio.
Gênio pode ser alguém com uma elevada inteligência como também pode ser alguém com uma incrível habilidade para desenvolver certa atividade.
Mas afinal do que é feito um gênio? Segundo Einsten um gênio é formado por dez por cento de inteligência e noventa por cento de esforço.
Assim como Einsten concordo que um gênio não é só formado pela inteligência, mas sim pelo seu objetivo pelos seus sonhos, pela vontade de espalhar sua genialidade, é disso que é feito um gênio de verdade. Afinal existem muitos gênios anônimos, pessoas que não sabem usar ou que tem medo de mostrar sua genialidade. Um gênio pode ser todo aquele que tem uma visão de mundo maior, que vê as coisas com outros olhos. Por terem idéias taxadas como ‘’impossíveis para a sociedade’’.
Muitos desses gênios loucos e incompreendidos mais tarde foram considerados heróis como Martin Luther King, Zumbi dos Palmares, Einsten, Ghandi. Esses e todos os outros heróis que já existiram foram gênios, pois todo herói é gênio, mas nem todo gênio é herói.
Guy Gomes Falcão da Silva
Gênio pode ser alguém com uma elevada inteligência como também pode ser alguém com uma incrível habilidade para desenvolver certa atividade.
Mas afinal do que é feito um gênio? Segundo Einsten um gênio é formado por dez por cento de inteligência e noventa por cento de esforço.
Assim como Einsten concordo que um gênio não é só formado pela inteligência, mas sim pelo seu objetivo pelos seus sonhos, pela vontade de espalhar sua genialidade, é disso que é feito um gênio de verdade. Afinal existem muitos gênios anônimos, pessoas que não sabem usar ou que tem medo de mostrar sua genialidade. Um gênio pode ser todo aquele que tem uma visão de mundo maior, que vê as coisas com outros olhos. Por terem idéias taxadas como ‘’impossíveis para a sociedade’’.
Muitos desses gênios loucos e incompreendidos mais tarde foram considerados heróis como Martin Luther King, Zumbi dos Palmares, Einsten, Ghandi. Esses e todos os outros heróis que já existiram foram gênios, pois todo herói é gênio, mas nem todo gênio é herói.
Guy Gomes Falcão da Silva
Frangalhos
estou aqui,
como farelos de pão,
como frangalhos de roupa,
como penas soltas de uma galinha,
como a madeira decomposta pelo cupim.
como a casca da tinta caindo da parede.
estou aqui,
suspenso no ar,
em cima de um lindo jardim,
no qual não posso tocar.
eu estou aqui,
como folhas caindo no outono,
como folhetos caídos na calçada,
como cabelos caindo de uma careca,
como peixes morrendo em um lago.
estou aqui,
debaixo da terra,
sufocado pelo ar da atmosfera,
do qual não quero respirar.
eu estou aqui,
como pedaços de um corpo,
como unhas caídas de um dedo,
como olhos saltados de um morto.
eu estou aqui,
como formigas em um jardim,
como uma torcida em um estádio,
mais um indíviduo,
entre muitos outros,
com o mesmo estado.
eu estou aqui,
no meio do nada,
sem saber onde ir,
sem saber onde voltar,
nem voltas, só pra variar,
pra não ficar parado,
onde exatamente estou,
e infelizmente...
não quero sair do lugar.
como farelos de pão,
como frangalhos de roupa,
como penas soltas de uma galinha,
como a madeira decomposta pelo cupim.
como a casca da tinta caindo da parede.
estou aqui,
suspenso no ar,
em cima de um lindo jardim,
no qual não posso tocar.
eu estou aqui,
como folhas caindo no outono,
como folhetos caídos na calçada,
como cabelos caindo de uma careca,
como peixes morrendo em um lago.
estou aqui,
debaixo da terra,
sufocado pelo ar da atmosfera,
do qual não quero respirar.
eu estou aqui,
como pedaços de um corpo,
como unhas caídas de um dedo,
como olhos saltados de um morto.
eu estou aqui,
como formigas em um jardim,
como uma torcida em um estádio,
mais um indíviduo,
entre muitos outros,
com o mesmo estado.
eu estou aqui,
no meio do nada,
sem saber onde ir,
sem saber onde voltar,
nem voltas, só pra variar,
pra não ficar parado,
onde exatamente estou,
e infelizmente...
não quero sair do lugar.
ela
bem que eu queria vê-la mais uma vez. aquele pequeno olhar, redondos tão quanto o próprio rosto em forma de maçã.
mais um olhar, leve, sereno, de que tudo está em paz e posso abraçá-la para sempre.
um encarar, dela em mim, como se eu fosse sua paz e eu estivesse presenciado o que eu tenho aqui.
o mundo, a paisagem de fundo, nem consigo percebê-la, estou ocupado demais olhando para ela.
estou ocupado demais para o tempo.
estou ocupado demais para o planeta.
mais um olhar, leve, sereno, de que tudo está em paz e posso abraçá-la para sempre.
um encarar, dela em mim, como se eu fosse sua paz e eu estivesse presenciado o que eu tenho aqui.
o mundo, a paisagem de fundo, nem consigo percebê-la, estou ocupado demais olhando para ela.
estou ocupado demais para o tempo.
estou ocupado demais para o planeta.
de repente, não só somente vi uma luz, como tudo clareou a minha mente
em tão plene situação,
vivendo confuso, sem orientação,
não dormindo no turno nortuno,
entrando na desilusão.
o colchão frio da verdade,
aparece por detrás da vaidade,
de acreditar que tudo dá certo,
que o amor é a única coisa que há de mais belo.
despercebido, ele congela-te,
e quando sentistes frio,
já é tarde,
os dedos enrugados pela calmaria,
tanto tempo ali,
perdendo a quitina, que te protegia.
verme, infeliz, solene,
não condiz com o que vc fez...
olha o que você fez,
percebe o que tu fizeste?
vê a merda que se pusera?
na vida, corruptiva,
está sempre ativa para te fuder.
na escória de sua miséria,
vitória aos seres demoníacos.
o filho da puta do destino,
que tu questionou em um dado momento,
até acreditou que seria capaz de tão blasfêmia,
de que desafiá-lo não será problema.
fodeu-se, infeliz,
só pensou na ponta de teu nariz...
então vê, inocente idiota,
se dá próxima de começar uma prosa,
você não seja mais sagaz.
vivendo confuso, sem orientação,
não dormindo no turno nortuno,
entrando na desilusão.
o colchão frio da verdade,
aparece por detrás da vaidade,
de acreditar que tudo dá certo,
que o amor é a única coisa que há de mais belo.
despercebido, ele congela-te,
e quando sentistes frio,
já é tarde,
os dedos enrugados pela calmaria,
tanto tempo ali,
perdendo a quitina, que te protegia.
verme, infeliz, solene,
não condiz com o que vc fez...
olha o que você fez,
percebe o que tu fizeste?
vê a merda que se pusera?
na vida, corruptiva,
está sempre ativa para te fuder.
na escória de sua miséria,
vitória aos seres demoníacos.
o filho da puta do destino,
que tu questionou em um dado momento,
até acreditou que seria capaz de tão blasfêmia,
de que desafiá-lo não será problema.
fodeu-se, infeliz,
só pensou na ponta de teu nariz...
então vê, inocente idiota,
se dá próxima de começar uma prosa,
você não seja mais sagaz.
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